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A tendência é compartilhar.

 

A premissa é básica: abrigar empresas ou profissionais autônomos que não pretendam investir em uma infraestrutura própria e, com isso, reduzir despesas como água, energia, aluguel, internet, telefone e outros custos fixos que impactam diretamente na rentabilidade. Mas os espaços de coworking vêm, a reboque deste fundamento principal, ganhando vida própria e ditando tendências no modelo de trabalho colaborativo, que vão desde equipamentos e tecnologia a móveis e decoração.

Por integrarem profissionais de diferentes áreas e especialidades, com rotinas próprias e diversificadas, no mesmo ambiente, os escritórios de coworking são um prato cheio para as mais ousadas e originais ideias de arquitetos e designers de interiores, que, de uma forma geral, apostam na descontração e na funcionalidade de móveis e espaços a fim de incentivar a colaboração e o compartilhamento de informações.

Assim, inspirados no conceito de open space, sucesso no Google, Facebook e em startups ágeis e descoladas, privilegiam a liberdade de movimentação, o diálogo e a sinergia entre os usuários. À ausência de paredes e divisórias juntam-se mesas de trabalho coletivas e cadeiras ergonômicas que se adaptam aos mais diferentes perfis, sempre confortáveis. Em alguns casos, pequenos armários com gavetas estão disponíveis.

Flexíveis e duráveis

A durabilidade dos móveis e utensílios é um fator a ser levado em conta nos escritórios compartilhados. Afinal, mesmo com regras claras de utilização, a rotatividade é grande e nunca se pode prever o comportamento das pessoas.

Outra característica importante é a flexibilidade no layout: se empreendedores iniciantes precisam apenas de uma estação de trabalho individual, empresas mais “crescidinhas” pedem uma estrutura mais robusta, inclusive com salas de reunião disponíveis. Neste quesito, uma boa dica é ter pequenas salas, para até 4 pessoas, e uma ou duas maiores para encontros mais concorridos. O ideal é que o espaço de coworking possa acompanhar o crescimento das empresas, e os móveis “soltos” são os mais indicados para se adaptarem a diferentes configurações.